Quando você se depara
Com o que sempre procurou,
Palavras não precisam dizer
Não há razão ou conceito a se definir
A cada gesto seu, meu coração vibra
Traduzindo o que só os sentidos conseguem ver...
Procuro a solidão
Como o ar procura o chão
Como a chuva só desmancha
Pensamento sem razão
Procuro esconderijo
Encontro um novo abrigo
Como a arte do seu jeito
E tudo faz sentido
Calma pra contar nos dedos
Beijo pra ficar aqui
Teto para desabar
Você para construir
Ana Cañas
Carolina, que lindo espaço e que belo poema.
ResponderExcluirJa seguindo deixo bjins
Catiaho Alc.
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