Narração: Ana Julia Cordeiro & Giovana Cordeiro
Texto: Fernanda de Oliveira
Cinegrafista: Murilo Oliveira
Tilha Sonora: Giordano Pagotti
Violão, Piano: Giordano Pagotti
Violino, Viola: Raphael Batista
Violoncelo: Eder Belchior
Cinegrafista: Murilo Oliveira
Produtora de Áudio: A Voz da América
"Será que pedra fala?
Ou será que a gente é que não escuta?
Será que fala em silêncio?
Ou será que realmente é muda?
O rio leva a pedra
E ela não reclama.
Ela aprofunda
Um pássaro pousa nela e ela não o espanta.
Ela afunda
Será que o Pedro fala?
Ou será que é a gente que não escuta?
Será que fala em silêncio?
Ou será que a gente é que muda?
A mãe pega o Pedro
E ele não reclama
Ele fica corcunda
Eu lhe dou um beijo
E ele não espanta
Ele acumula
Não se muda
Não se mexe
Mas cultiva-se uma muda
E ela floresce
É preciso mesmo falar...
Quando se trata de Amor?
Tudo se torna desnecessário
Tudo torna-se vapor
Se me calo, se paro...
Vejo pedra me cochichando
Sinto fofoca de abelha
Vejo vento ventando
Se sou estátua, me sinto
Se fecho os olhos, me ouço
Se não penso, lhe vejo
Se amo, não receio
Segredo meu agora com o mundo é assim
E o mundo me conta tanta coisa...
É, tem hora que sou o rio pro mundo
Tem hora que sorrio pra todo mundo
Hora lavo igual oceano sem fundo
Outra levo broto fecundo
Um mar que beija a rocha
Uma montanha que sustenta tudo
Quero ser filha de ninguém
Quero ser mãe de alguém
Talvez ser contente
Amar independentemente
Evaporar
Aparecer...
Pedreiro da própria vida
Ou pedraria perfeita e infinita...
Mas tem momento
Que a noite sopra aquele vento
E a vontade se cobre com um manto
E o rio me leva pra outro canto
Eu não reclamo
Eu não me espanto
Porque também...
O que é melhor?
O que é obsoleto?"
Será que fala em silêncio?
Ou será que realmente é muda?
O rio leva a pedra
E ela não reclama.
Ela aprofunda
Um pássaro pousa nela e ela não o espanta.
Ela afunda
Será que o Pedro fala?
Ou será que é a gente que não escuta?
Será que fala em silêncio?
Ou será que a gente é que muda?
A mãe pega o Pedro
E ele não reclama
Ele fica corcunda
Eu lhe dou um beijo
E ele não espanta
Ele acumula
Não se muda
Não se mexe
Mas cultiva-se uma muda
E ela floresce
É preciso mesmo falar...
Quando se trata de Amor?
Tudo se torna desnecessário
Tudo torna-se vapor
Se me calo, se paro...
Vejo pedra me cochichando
Sinto fofoca de abelha
Vejo vento ventando
Se sou estátua, me sinto
Se fecho os olhos, me ouço
Se não penso, lhe vejo
Se amo, não receio
Segredo meu agora com o mundo é assim
E o mundo me conta tanta coisa...
É, tem hora que sou o rio pro mundo
Tem hora que sorrio pra todo mundo
Hora lavo igual oceano sem fundo
Outra levo broto fecundo
Um mar que beija a rocha
Uma montanha que sustenta tudo
Quero ser filha de ninguém
Quero ser mãe de alguém
Talvez ser contente
Amar independentemente
Evaporar
Aparecer...
Pedreiro da própria vida
Ou pedraria perfeita e infinita...
Mas tem momento
Que a noite sopra aquele vento
E a vontade se cobre com um manto
E o rio me leva pra outro canto
Eu não reclamo
Eu não me espanto
Porque também...
O que é melhor?
O que é obsoleto?"
O filme "A Voz Da Pedra" é parte do projeto "Muda do Afeto" e busca a sensibilização e conscientização em relação às pessoas com deficiência. Mas na minha opinião, vai além disso. O filme nos convida a refletir sobre o despertar para a vida e o amor. É de uma sensibilidade única. Vale a pena conferir.
Site do Projeto: http://mudadoafeto.com.br/
Página no facebook: https://www.facebook.com/ pages/ Projeto-Muda-Do-Afeto/ 337196236463719
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